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Descrição arquivística
Administração do Concelho
PT MTVR ACT · Fundo · 1834-1954

Reúne a documentação produzida e recebida pela Administração do Concelho de Tavira entre 1834 e 1953. Contém documentação que reflete as funções que lhe foram acometidas: correspondência recebida e expedida, registo de documentos oficiais, instruções e regulamentos; controlo de funcionários sob alçada da Administração. Inclui documentação que se reporta ao registo e licenciamento, seja de veículos, de licenças de armas, de explosivos, registo de emolumentos, manifesto de armas, boletins de vendedores ambulantes de leite, proprietários de solípedes e alvará de licença de laboração. No ámbito do contencioso administrativo e fiscal, integra os autos de execução administrativa, autos cíveis de execução e registo de emolumentos. Pela proximidade que tem da fronteira, agrupa ainda a documentação que se reporta aos movimentos da população, como as guias da taxa do fundo de emigração, registo de títulos de residência e vistos em bilhetes de identidade, registo de guias de tránsito para Espanha e termos de fiança. Integra as atas das comissões a que lhe competia presidir ou coordenar. Contempla as séries documentais relativas ao registo de testamentos e de legados pios. Compreende o registo de pagamento de foros, termos de venda, inventários de instituições de Piedade, Assistência e Beneficência e termos de entrega. Enquanto entidade que competia a verificação das contas de confrarias, misericórdias, juntas de paróquia, ordens e outras instituições de piedade, agrupa as séries relativas a aprovação de contas, orçamentos e contas, mapas e relações de contas, documentos de receita e despesas das instituições de piedades e alguns borrões de contas. Ao nível da segurança pública compreende a documentação relativa aos cabos de polícia, registo de presos e capturados, autos de notícia e mandados de captura. Inclui ainda as séries relativas a processos de contrafé e mandados para intimação. Quanto ao controlo de atividades económicas, abrange a documentação que se reporta a atividades agrícolas, pecuárias, industriais e comerciais. Este fundo reúne os processos de expropriações para a construção de estradas. No que diz respeito aos cemitérios, contém as séries de trasladação de cadáveres, vistorias em cemitérios e documentações sobre os cemitérios do concelho. Retrata as medidas de perseguição e extinção da raiva, bem como algumas séries de carácter social, como o internamento de doentes pobres, registo de indigentes ou a distribuição de farinha aos pobres. É um importante testemunho do funcionamento e existência de instituições de piedade, assistência e beneficência como a Ordem de Santa Maria do Castelo, o Recolhimento de S. João Batista ou a Confraria do Senhor dos Passos, entre outras. Também na educação a Administração do Concelho teve uma intervenção, embora dirigida às vistorias feitas a edifícios escolares, verificando o cumprimento das normas exigidas para estes espaços e para o mobiliário.

Administração do Concelho de Tavira
Arraial Ferreira Neto
PT MTVR AFN · Fundo · 1852-1994

Documentação produzida e reunida por Arraial Ferreira Neto durante a sua actividade piscatória e comercial de 1852 a 1994.

Arraial Ferreira Neto
Câmara Municipal de Tavira
PT MTVR CMT · Fundo · 1724 - 2020

Documentação produzida e recebida no ámbito das actividades da autarquia no concelho de Tavira, desde 1724 até 2014.

Município de Tavira
Centro Republicano de Tavira
PT MTVR CRT · Fundo · 1910-1987

Este fundo documental é constituído por documentação relativa a registos de actas, de património e de sócios do Centro Republicano de Tavira.

Centro Republicano de Tavira
Clube Recreativo Conceiçanense
PT MTVR CRC · Fundo · 1927-1942

O Clube Recreativo Conceiçanense foi formalmente constituído em 1930, ano em que viram os seus estatutos aprovados por alvará do Governo Civil de Faro. No entanto a sua atividade enquanto grupo recreativo remonta ao ano de 1927, denominado por Sociedade Recreativa Musical Conceiçanense, com inscrição de sócios e realização de reuniões que remontam a esse ano. Aquando da aprovação dos estatutos, é deliberado adotar a designação que constava nos estatutos, passando esta sociedade recreativa a ser conhecida por Clube Recreativo Conceiçanense.
Para acolher as atividades deste clube, foi mandado construir o edifício sede, no sítio da Igreja da freguesia da Conceição. Da planta entregue para obter licença de construção em 1933, verifica-se que os sócios usufruíam de uma sala com palco, dois camarins, um escritório, uma sala de leitura, uma pequena arrecadação, um salão de jogos e uma cavalariça.
O decoro da época exigia que os estatutos refletissem as normas de boa conduta, de decência e manutenção da ordem. Assim, aos homens não era permitido que fumassem na sala do baile e a entrada era vedada a quem se apresentasse com o chapéu na cabeça. A todos os sócios competia comportarem-se de forma respeitosa, não sendo permitidas "discussões de qualquer natureza, que possam alterar a ordem dos assistentes".
Documentação produzida e reunida pelo Clube Recreativo Conceiçanense durante a sua actividade de 1927 até 1942. Este fundo integra documentação referente a actas, documentos contabilísticos, sócios do clube e a património.

Clube Recreativo Conceiçanense
Coleção Fotográfica de Geraldo de Jesus
PT MTVR CFGJ · Coleção · [198-]-2012

Manuel Geraldo Jorge de Jesus, natural de Santa Luzia, divorciado, com três filhos e duas netas, nasceu a 5 de dezembro de 1939. Faleceu no Hospital de Faro a 24 de dezembro de 2012.
Aos 11 anos foi para Angola, onde viveu durante vinte e cinco anos. Foi 2º Sargento do Quadro Permanente do Exército; Adjunto e Comandante de Sector da Organização Provincial de Voluntários e Defesa Civil de Angola. Na sua folha de serviços constam vários louvores e condecorações.
Em 1975 regressa de Angola e a 02 de Janeiro de 1976 inicia funções no Posto Agrário de Tavira, tendo posteriormente passado a trabalhar na Direção Regional de Agricultura do Algarve, em Faro. Aposentou-se em 1985 com a categoria de Chefe de Secção.
Colaborou com a Rádio Gilão, tendo sido diretor interino do Jornal do Sotavento e colaborador do Jornal Algarve Press, destacando-se enquanto fotógrafo.
Participou em concursos de fotografia locais, tendo chegado a obter primeiros prémios.
As várias fotografias que foi reunindo ao longo dos anos, conheceu a luz da ribalta em abril de 2009, através de uma exposição no Mercado da Ribeira, numa organização da Junta de Freguesia de Santiago. A Junta de Freguesia de Santa Luzia levou-o a expor o seu trabalho em agosto do mesmo ano, numa mostra subordinada ao tema “Imagens da minha terra”. A terceira exposição, intitulada “Tavira Hoje - Perpetuar”, realizou-se em agosto de 2012, na Casa André Pilarte, em Tavira. A última exposição que organizou ainda em vida, intitulada “O meu olhar fotográfico”, esteve patente ao público na Casa do Despacho da Igreja da Misericórdia, de novembro a janeiro de 2012, numa organização da Santa Casa da Misericórdia de Tavira e que contou também com entidades como a Câmara Municipal de Tavira, as Juntas de Freguesia da Conceição de Tavira, Santa Luzia, Santa Maria e Santiago.
Deixou a sua marca também no desporto, tendo sido dirigente desportivo, árbitro de hóquei em patins e chegou a ser distinguido por várias coletividades recreativas e desportivas. Foi também Presidente da Assembleia-geral da Banda Musical de Tavira, da qual era sócio honorário.
Das homenagens e prémios recebidos destacam-se a medalha “Jornalista”, homenagem recebida em 1999 pela Câmara Municipal de Tavira, o prémio Prestígio em 2004 dado pela mesma edilidade, a distinção feita pela Junta de Freguesia da Conceição em 2005 e pela Junta de Freguesia de Cabanas em 2009.
A 24 de junho de 2008 o Município de Tavira condecorou Geral de Jesus com a medalha de Mérito Municipal – grau cobre.
A partir de 2010 passou a colaborar com a Rádio Horizonte, com o Jornal Algarve Notícias e com o Postal do Algarve. Foi sócio honorário do Rotary Club de Tavira, que o homenageou em outubro de 2011 pelos vinte e cinco anos de colaboração com este clube.

Manuel Geraldo Jorge de Jesus
Comissão Concelhia dos Desalojados de Tavira
PT MTVR CCDT · Fundo · 1975-1977

Da actividade da Comissão Concelhia dos Desalojados de Tavira resultaram os dois únicos livros que constituem este fundo: o livro de actas e o livro de registo de correspondência expedida.

Comissão Concelhia dos Desalojados de Tavira
Comissão de Iniciativa e Defesa dos Interesses de Tavira
PT MTVR CIDIT · Fundo · 1939

O período de actividade desta Comissão foi muito curto, tendo sido realizadas unicamente 5 reuniões, que resultaram no único livro que compõe este fundo documental. A questão da substituição do Regimento de Infantaria nº 4 pela escola de Sargentos Milicianos, pautou os poucos actos tomados por esta comissão.

Comissão de Iniciativa e Defesa dos Interesses de Tavira
Corregedoria da Comarca de Tavira
PT MTVR CCTVR · Fundo · 1762-1833

No âmbito das competências de aplicação da justiça e administração da comarca, reúne-se neste fundo a documentação relativa às ordens emanadas do Erário Régio e ainda ao controlo de contribuições e impostos, como a colecta de mencio, a décima e lançamento de impsotos.

Corregedoria da Comarca de Tavira
Espólio da Família Manuel Virgínio Pires
PT MTVR EMVP · Fundo · 1923-1982

A documentação produzida e reunida, na sua maioria, por Manuel Virgínio Pires durante a sua actividade de 1923 até 1982. O espólio abarca três vertentes, a profissional, a familiar e a recreativa. A vertente profissional engloba informações sobre o Jornal Povo Algarvio e a Empresa de Publicidade Algarve. A vertente pessoal revela informações do contexto familiar através da correspondencia recebida de familiares e amigos. Por fim, a vertente recreativa ou lúdica que é traduzida por folhetos e peças teatrais.

Arquivo da Família de Manuel Virgínio Pires