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PT MTVR CCTVR/B/003/0001 · U.I. · 1801
Part of Corregedoria da Comarca de Tavira

Lançamento de novos impostos referente ao 2º semestre do ano de 1801. A informação apresenta-se organizada por freguesias. Corregedor: Manuel Cristóvão Figueiredo de Mascarenhas.

Sisa
PT MTVR CCTVR/B/004 · Série · 1833
Part of Corregedoria da Comarca de Tavira

Esta série integra um documento relativo aos rendimentos da sisa cobrados pelo corregedor da Comarca de Tavira. A Sisa era um Imposto indirecto sobre as mercadorias que entravam em contrato de compra e venda. Data provavelmente do início do século XIV, na qualidade de imposto municipal de carácter provisório e era cobrado para subsidiar despesas extraordinárias e que não abrangia todos os produtos. Transformou-se rapidamente num tributo régio, também de caráter provisório, mas que adquiriu logo um caráter permanente. D. João I transformou a sisa em imposto permanente e geral, recaindo sobre todas as mercadorias, exceção feita ao ouro, prata, pão cozido, cavalos e armas.

Autos e causa cíveis
PT MTVR CCTVR/C/001 · Série · 1823-1833
Part of Corregedoria da Comarca de Tavira

Contém um maço que acondiciona uma causa cível por via de petição, uma causa cível por via de justificação e um auto cível por via de citação.

PT MTVR CCTVR/D/001 · Série · 1808
Part of Corregedoria da Comarca de Tavira

Esta série é constituída por um livro de registo de peso da prata das Igrejas da Comarca de Tavira e seu termo. Na sequência das invasões francesas, a publicação do Decreto de 1 de Fevereiro de 1808, dado por Napoleão a 23 de Dezembro de 1807 em Milão, impôs ao país uma contribuição extraordinária de guerra de cem milhões de francos. Como consequência deste decreto, o General Junot estipulou, também a 1 de Fevereiro de 1808, as várias formas contributivas a que o país ficou obrigado, destacando-se a obrigatoriedade de se entregar todo o ouro e prata de todas as igrejas, capelas e confrarias das províncias, num prazo de 15 dias. A excepção era feita às peças de prata necessárias à prática do culto. Da colecta imposta por esta contribuição extraordinária aos locais de culto, terá resultado o livro de registo do peso que compõe esta série.

PT MTVR CCTVR/D/001/0001 · U.I. · 1808
Part of Corregedoria da Comarca de Tavira

A informação registada diz respeito à prata que entrou no depósito das Igrejas da cidade de Tavira e seu termo, conforme indicado no termo de abertura, mas regista igualmente a prata que entrou no depósito desta cidade, das igrejas da vila de Loulé e seu termo. A informação é estruturada por cada igreja e respectivas confrarias e capelas das mesmas igrejas, seguida de um termo por cada igreja com indicação do peso total das pratas entregues. Inclui ainda cópia das guias de entrega e do conhecimento das pratas no depósito, em Faro, sendo o depositário o Capitão Joaquim José de Matos. No primeiro conhecimento é registada a informação de terem sido entregues seis caixas de prata de toda a comarca de Tavira. Na cidade de Tavira e seu termo encontra-se informação relativa às confrarias e igrejas de Santiago (Fábrica, do Santíssimo Sacramento, das Almas, de N. Sra. Afranca, de N. Sra. da Conceição), do Convento do Carmo; do Convento de S. Paulo; do Convento de S. Francisco (inclui confrarias e igrejas de Sto. António, do Sagrado Coração de Jesus e da Ordem Terceira); do Convento da Graça; do Hospital do Espírito Santo; da Misericórdia; do Loureto; do Recolhimento de S. João Baptista; do mosteiro de S. Bernardo; do Compromisso [Marítimo]; de S. Sebastião, de Santa Margarida (arredores da cidade); de N. Sra. da Luz (inclui a Fábrica, do Santíssimo Sacramento e de N. Sra. do Rosário); de Santo Estêvão (inclui a Fábrica); de Santa Catarina (inclui a Fábrica) e da Fuzeta. Na então vila de Loulé e seu termo encontra-se informação a respeito do peso das pratas das confrarias e igrejas do Convento da Graça, do Convento das Freiras; do Hospital do Pobres; da Irmandade de S. Sebastião; da Irmandade da Piedade; de Salir; de Querença, de Alte; de Boliqueime e do Meixial. Na vila de Alcoutim e seu termo encontra-se informação a respeito do peso das pratas da Igreja Matriz (inclui a Fábrica, do Santíssimo Sacramento, da Sra. da Conceição, das Almas e de S. Brás), da igreja da Misericórdia, de Cachopo: de Vaqueiros, do Pereiro e de Martinlongo. Contém ainda um capítulo a respeito da prata da arrecadação de prata feita pela Provedoria, que inclui registos de igrejas, confrarias e capelas de Tavira, Castro Marim, Vila Real de Sto. António, Faro, Loulé, Albufeira e Aljezur.